Vigília na <i>Bordalo Pinheiro</i>
Os 172 trabalhadores da fábrica de cerâmica Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, efectuaram uma vigília, resistindo ao mau tempo, durante a noite de sexta-feira para sábado, diante da Câmara Municipal, para exigirem do Governo, da autarquia, de maioria PSD, do IAPMEI e do Governo Civil, medidas que garantam a continuação da laboração e a manutenção dos postos de trabalho.
Segundo o dirigente da US Leiria (CGTP-IN) José Fernando, todas estas entidades têm enaltecido a importância da centenária fábrica que conserva moldes do ceramista Rafael Bordalo Pinheiro, mas, até agora, «nada fizeram para garantir a sua continuidade».
Com o salário de Dezembro por receber e depois de terem recusado suspender os contratos, os trabalhadores têm-se apresentado todos os dias ao serviço, mas foram informados pela administração de que esta pretende suspender a laboração, alegadamente por falta de encomendas.
A decisão da vigília foi tomada em plenário, dia 6, em que os trabalhadores decidiram desenvolver acções que contribuam para uma solução que evite o encerramento.
Segundo o dirigente da US Leiria (CGTP-IN) José Fernando, todas estas entidades têm enaltecido a importância da centenária fábrica que conserva moldes do ceramista Rafael Bordalo Pinheiro, mas, até agora, «nada fizeram para garantir a sua continuidade».
Com o salário de Dezembro por receber e depois de terem recusado suspender os contratos, os trabalhadores têm-se apresentado todos os dias ao serviço, mas foram informados pela administração de que esta pretende suspender a laboração, alegadamente por falta de encomendas.
A decisão da vigília foi tomada em plenário, dia 6, em que os trabalhadores decidiram desenvolver acções que contribuam para uma solução que evite o encerramento.